pilula - A Gravidez na Adolescência é uma realidade cada vez mais
presente. A adolescente e o seu filho são particularmente vulneráveis
aos riscos inerentes à gravidez e maternidade, devido à especificidade
das alterações que ocorrem nesta fase etária.A maternidade na
adolescência constitui um fenómeno bem visível em Portugal e a
maternidade na adolescência constitui um fenómeno bem visível em
Portugal, é o segundo país da Europa com maior número de adolescentes
grávidas, destacando-se também no quadro europeu do aborto voluntário. O
amadurecimento sexual do adolescente para além de acontecer
rapidamente, ocorre ao mesmo tempo que o amadurecimento emocional e
intelectual. Desta forma, começa então o processamento na formação de
valores de independência, que por sua vez criam pensamentos e atitudes
contraditórios, especialmente quanto a parceiros e profissões.O
comportamento sexual do adolescente é classificado de acordo com o grau
de seriedade. Normalmente começa com um tipo de relacionamento íntimo,
sem compromisso. Num ambiente descontraído, dois jovens dançam,
conversam e resolver passar uma noite juntos. Nessa relação podem
acontecer beijos, abraços, colar de corpos e até uma relação sexual
completa, desde que ambos queiram.
A sexualidade na adolescência continua a ser encarada pela família, pela
escola e pela sociedade de uma forma negligente, desvalorizando esta
fase da vida repleta de descobertas e emoções, permitindo que as
experiências sejam vividas na ignorância ou proibindo através da
condenação moral como forma de dissuasão. A utilização da pilula
pode fazer toda a diferença. Trata-se , no entanto, de um assunto
pertinente e actual, sobretudo quando se traduz numa das maiores
preocupações da sociedade a gravidez na adolescência.Mas dar apenas
informações técnicas aos jovens não basta. É muito importante que os
jovens tenham espaço para fazerem perguntas, conversarem com amigos e
parentes mais velhos e aconselharem-se com um especialista quanto à
escolha do melhor método contraceptivo. É essencial que também sejam
orientados em casa, na família, que falem e sejam ouvidos, sem
preconceitos ou julgamentos. Recorda-te que a gravidez não diz respeito
apenas à mulher (mãe), também diz respeito ao pai.
Ser jovem, estudante e mãe é um fenómeno complexo associado a variáveis
de ordem individual, familiar, social, cultural e educacional. Este
fenómeno não se explica por uma única causa ou factor, mas por um
conjunto de factores que influenciam os contextos de vida dos jovens,
cujos padrões e regras mudam nas transacções que o indivíduo estabelece
com o seu meio.Com a evolução da informação, as consultas de planeamento
familiar à disposição das adolescentes em qualquer Centro de Saúde e o
avanço da Medicina, pode pensar-se que não se justifica uma gravidez em
idades precoces excepto os casos em que as raparigas são violadas.
Estado está preocupado com a legalização do aborto, visto que devido a
este, os abortos dispararam, fazendo com que nasça muitas menos crinças
em Portugal. Actualmente, verifica-se um aumento do número de mães
adolescentes, que dão à luz numa altura em que estão a desenvolver
algumas capacidades emocionais e cognitivas. Para além, disso estão numa
fase de desfrutar novas experiências, dentro da liberdade que existe
neste período, próprio para viver diversas circunstâncias e
posteriormente entrar na fase adulta.Muitos Adolescentes ainda nos dias
de hoje são enganados por informações erradas ou provenientes dos seus
grupos de amigos, da internet ou mesmo da sua própria imaginação.
Acontece, que devido a estas informações, muitos adolescentes são pais
muito cedo por estarem induzidos em erro. Como pode ser visto, isto são
apenas mitos, se queres estar protegido tem uma vida sexual devidamente
cuidada e aconcelha-te com médicos, ou quem te possa ajudar.
A disponibilização de preservativos nas escolas, uma medida que tem
gerado alguma polémica, foi objecto de um estudo recente realizado nos
E.U.A.. As conclusões da pesquisa vêm revelar que esta disponibilização
não contribui para o aumento da actividade sexual entre os adolescentes.
A medida tem um efeito positivo na protecção dos que já iniciaram a
vida sexual, nomeadamente ao nível da prevenção de doenças sexualmente
transmissíveis.Historicamente a idade em que as mulheres brasileiras
devem ter filhos está relacionada com a própria sociedade. No século
passado, a faixa etária entre 12 e 18 anos não tinha o carácter de
passagem da infância para a vida adulta. E as meninas de elite entre 12 e
14 anos estavam aptas para o casamento, não casá-las nessa idade era
problemático para os pais uma vez que, depois dos 14 anos, começavam a
tornar-se velhas para procriar. As uniões dessas crianças eram
abençoadas pela igreja.
Um dia ou dois de atraso na menstruação não significa que estejas
grávida.Sempre que seja possível, o pai do bebé deve viver a gravidez
junto da mãe e participar nas consultas de vigilância. Vários factores
podem alterar a regularidade do ciclo menstrual (o stress, por exemplo) e
provocar ligeiros atrasos. Contudo, se estás com alguns dias de atraso,
sentes o aumento e alteração da consistência das glândulas mamárias,
enjoos e vómitos, então convém marcares imediatamente uma consulta de
planeamento familiar ou com o teu médico de família, no centro de saúde
da tua área de residência. Explica a urgência da razão da consulta na
altura da marcação.Continuamos a ser um dos países europeus com mais
mães adolescentes, 19 em cada mil. A nível da educação, há mais mulheres
portuguesas a concluir o ensino secundário do que homens, quando apenas
47% das raparigas do Sul da Ásia e 30% da África completam este grau de
ensino. No mundo, há mais de 500 milhões de raparigas analfabetas, em
comparação com 280 milhões de homens. Sem grande rigor embora, poderemos
dizer que o número de mães adolescentes tem vindo a crescer em Portugal
cifrando-se em 1999 pelas 8 mil sendo que destas mais de cem se situam
entre os 12 e os 14 anos.
Adolescentes grávidas, com certeza, sempre existiram, no entanto, nem
sempre lhes foi dada a importância necessária. Actualmente, esta
situação é de tal modo frequente e preocupante, que é encarada como um
problema de extrema importância.A gravidez em adolescentes não é um
fenómeno novo. Talvez alguns factores sociais actuais permitam uma
análise aproximada das suas causas: puberdade numa idade mais precoce,
trivialização da sexualidade, erotismo constante nos meios de
comunicação, adolescência demasiado longa. Não obstante, o problema
básico pelo qual se verifica é a falta de previsão (sobretudo quanto ao
uso de anticoncepcionais) e não só por inconsciência, mas
fundamentalmente por desinformação e ignorância. Salienta-se ainda que,
tendo sempre em atenção o facto de os adolescentes serem um grupo com
uma vida sexual particularmente activa, e como medida de protecção para
as doenças sexualmente transmitidas ou para uma gravidez indesejada, a
legislação portuguesa estabelece que devem ser tomadas medidas para
melhorar as condições de acesso e atendimento dos jovens nos hospitais e
centros de saúde.A gravidez em idade tão precoce pode ter para a mãe
compromisso do seu próprio crescimento, maior incidência de partos
complicados em bacias pélvicas que ainda não atingiram o seu tamanho
adulto, atrasos de crescimento do feto e maior incidência de
EPH-Gestose, ou seja, complicações ligadas a hipertensão e edemas. Os
médicos que se dedicam a este tema não podem, por motivos da
Constituição Portuguesa, tipificar os grupos sociais, pelo que ficam
apenas com a noção de que esta será a percentagem de grávidas
adolescentes dos grupos sociais para os quais este facto não é encarado
como problema.
Podes comprar na farmácia um teste de gravidez (não é preciso receita
médica) ou entregar na farmácia, para análise e em recipiente próprio,
uma colheita da tua primeira urina da manhã. Horas depois terás o
resultado.Isto pode ser feito havendo centros de acompanhamento de
estudo nas freguesias, ou mesmo domiciliários. A sociedade portuguesa
tem de ser mais gregária. Se não podem acompanhar os filhos com soluções
familiares, devem ter a iniciativa de encontrar alternativas fora da
família. Também podes fazer uma análise ao sangue num laboratório de
análises clínicas. A sexualidade na adolescência continua a ser encarada
pela família, pela escola e pela sociedade de uma forma negligente,
desvalorizando esta fase da vida repleta de descobertas e emoções,
permitindo que as experiências sejam vividas na ignorância ou proibindo
através da condenação moral como forma de dissuasão.Puberdade vem do
latim pubere que significa cobrir de pêlos. Quando um bebé nasce, só se
sabe se é menino ou menina, por observação dos seus órgãos sexuais
externos, dificuldade de identificação esta que se mantém ao longo dos
primeiros 3 ou 4 anos, se o modo de vestir, não denunciar quem é quem.
As relações sociais entre rapazes e raparigas, entre filhos e pais, ou
entre irmãos e irmãs, neste período também pode sofrer alterações.
Trata-se , no entanto, de um assunto pertinente e actual, sobretudo
quando se traduz numa das maiores preocupações da sociedade: - A
gravidez na adolescência. Ser jovem, estudante e mãe é um fenómeno
complexo associado a variáveis de ordem individual, familiar, social,
cultural e educacional. Este fenómeno não se explica por uma única causa
ou factor, mas por um conjunto de factores que influenciam os contextos
de vida dos jovens, cujos padrões e regras mudam nas transacções que o
indivíduo estabelece com o seu meio.Em uso normal a pílula tem uma
eficácia de quase 100%, mas pode perdê-la no caso de vómitos ou
diarreia nas primeiras 4 ou 5 horas após a toma do comprimido, ou por
acção de outros medicamentos, como sejam: alguns antibióticos,
antivíricos, antifungicos (rifampicina, rifabutina e griseofulvina) e
alguns medicamentos para tratamento de ansiedade, nervosismo, convulsões
(epilepsia), mesmo de origem homeopática.